Rodrigo Romo dá palestra sobre Reiki Quântico
Chico Xavier fala sobre a Ubanda
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sábado, 22 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Cuba vai bem, obrigado

Estamos bien”. Esta frase estampa alguns outdoors espalhados por Havana. Acompanhando os dizeres, há uma imagem do rosto de Fidel Castro, numa clara referencia não apenas sobre como vai a ilha, mas também a saúde do presidente afastado.
Logo na primeira “aventura” por aqui, entramos em um ônibus coletivo no qual podíamos escutar uma das muitas belas canções locais. O nome da música e o do grupo fico devendo. Do ritmo, não me esquecerei tão cedo. O coletivo estava abarrotado de gente, mas isso em nada incomodava, já que o som ambiente e a experiência compensavam tudo. Eis que, de repente, entra um grupo de jovens, entre moças e rapazes. Embalados pela música, que deve ser um grande sucesso por aqui, eles começam a cantar e dançar, produzindo uma cena belíssima. Outras pessoas no ônibus não se arriscaram a entrar no ritmo, mas acompanharam os jovens na interpretação. Logo, havia dezenas de pessoas cantando.
Árvores até no teto
A passagem acima reflete a definição dada ao povo deste país por uma cubana que conhecemos. Seu nome não poderia ser mais sugestivo (dois pontos) Chela. “Se escreve assim (dois pontos) é Che mais la, um nome lindo de que me orgulho muito”, explicou a quase cinquentenária, nascida poucos meses após a revolução. Para ela, os cubanos são um povo cantante, e são assim porque são alegres. Questionada sobre se tudo na vida do povo daqui é motivo para cantar e dançar, ela foi bastante sincera (dois pontos) “Não vou esconder que temos problemas. Os temos sim, mas as coisas boas superam em muito. Aqui, não há fome. Os cubanos comem bem, por isso há muitos gordos (explicou sorrindo, apontando para si mesma). Além disso, é um país muito lindo, com uma gente culta, que le muito, disse. Para quem desconhece, o analfabetismo aqui é zero. Música de graça no meio da praça
Quanto aos problemas que acometem o país, chama atenção, confesso que com um enorme pesar de minha parte, a forma como governo e população mencionam o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos. Na auto-estrada que liga Havana a Guanao, uma cidade litorânea a pouco mais de uma hora e meia da capital, dois outdoors não fazem cena com relação aos efeitos dessa sanção sobre o país. Um deles dizia (dois pontos) “Cada duas horas de bloqueio equivalem a todas as máquinas de braile de que os cegos do país necessitam”. O outro afirmava (dois pontos) “Cada três dias de bloqueio equivalem a todos os cadernos, lápis e canetas de que os estudantes precisam”. Quem não se sensibiliza ao ler isso não é dos meus. Fim do bloqueio já!Direto de Havana,
Orozimbo Souza Júnior
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Aviso aos navegantes - Aliens controlam o mundo? O que quer a Nova Ordem Mundial?
Os Reptilianos nos governam? O registro é que eles teriam destruídos seus ecossistemas, em outras cosntelações (pela prática do dominação tecnológia, egoísmo, e contaminação nuclear) e estariam aqui (há décadas) associado-se às potências militares da terra, fornecendo tecnologia em troca do direito a pesqusias genéticas que resultassem na restauração do seu DNA (ou GNA).
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Oráculo - Decifradores de Códigos
terça-feira, 21 de julho de 2009
Intenacional - Golpe em Honduras: Sabemos no isto pode resultar. Se a moda volta...
Charge de Maringoni
OPINIÃO
OPINIÃO "A América Central sempre esteve no epicentro da luta de classes no mundo, desde os processos de independência até as revoluções no início dos anos 1980, como a nicaraguense, a salvadorenha e a guerra civil guatemalteca. Com a necessidade de dar resposta ao modelo neoliberal imposto a esses países, como ao conjunto da América Latina, a Frente Sandinista de Libertação Nacional na Nicarágua e o movimento Farabundo Martí em El Salvador retomam o poder, mas dessa vez com um programa de conciliação com a burguesia local e com o imperialismo, chegando ao ponto de Daniel Ortega, Presidente da Nicarágua, ter sido um defensor do Tratado de Livre Comércio. Ainda assim, o contexto de ascensão dos governos independentes ligados ao bolivarianismo e o enfraquecimento da influência norte-americana na região fazem com que esses governos passem a refletir a situação latino-americana e acabem se incorporando à ALBA.
Em Honduras ocorreu um processo similar ao desses países. Apesar do governo de Zelaya pertencer ao tradicional Partido Liberal, ele acabou por espelhar essa situação e se radicalizando até ao ponto de adesão à ALBA. É importante destacar que inclusive setores da burguesia viam com bons olhos o Petrocaribe que acompanharia essa adesão, porém o acirramento da luta de classes em um país com forte expressão popular, mobilização e greves, tais como a dos campesinos e professores, abriram um novo cenário provocando uma forte reação da burguesia. Logo, Manuel Zelaya, presidente eleito, tomou medidas de caráter popular, como elevação do salário mínimo e investimentos em programas sociais, apoiando-se na mobilização que crescia. A partir desses processos há uma polarização cada vez maior entre os tradicionais setores golpistas, da Igreja Católica, um grande setor do Partido Liberal, uma parte importante da burguesia hondurenha e a cúpula militar, em contraposição a setores populares que tem sua expressão mais forte na Via Campesina.
Nossa posição deve ser de solidariedade internacional ao povo hondurenho, com apoio incondicional ao movimento popular desse país. Devemos fazer uma crítica contundente à elite golpista que governa a 500 anos aquele Estado e condena o povo à pobreza e à repressão, e a crítica àqueles que, embora condenem o golpe publicamente, aplicam uma política de frear os movimentos populares em curso na América Latina atualmente. É importante nos posicionarmos ao lado de governos progressistas como o da Venezuela, o da Bolívia, o do Equador e de outros que se contraponham ao processo de negociação com a oligarquia hondurenha, pois nessa nova aliança latino-americana se demonstra a principal alternativa do movimento anti-liberal e anti-capitalista em nosso continente. Assim , a bancada parlamentar do PSOL e seus militantes espalhados por todo o país deverão denunciar o regime opressor imposto em Honduras, ao mesmo tempo que se colocar ao lado da Alternativa Bolivariana a fim de destruir os golpistas sem ceder às negociações com o imperialismo e a oligarquia local."
Por fim reiteramos a declaração do Seminário Internacional "Crise do capitalismo, recolonização e alternativas populares" em La Paz , Bolívia: "NOSSO CHAMADO É A SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA MUNDIAL COM NOSSO IRMÃO, O POVO HONDURENHO. TODOS E TODAS SOMOS HONDURENHOS. NOS DECLARAMOS EM ESTADO DE MOBILIZAÇÃO PERMANENTE."
Fred Henriques e Mariana Riscali são militantes do PSOL e colaboradores da Secretaria de Relações Internacionais do partido
Fred Henriques e Mariana Riscali são militantes do PSOL e colaboradores da Secretaria de Relações Internacionais do partido
quarta-feira, 8 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
MG TV discute a questão da inveja - Ser em Si
MG TV discute a questão da invejaNosso diretor de projetos, prof. Leonardo José Jeber, é o entrevistado da TV Globo, dentro do programa MG TV, 1ª edição, na manhã desta sexta-feira, dia 03/09.
Vai-se discutir a problemática da inveja, da repressão ao desejo, da agressâo à natureza humana e de uma sociedade que leva o indivíduo a não ter consciência de sua própria referência (ser em si), em especial, com o permanente estímulo ao modelo da competição (referência no outro).
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